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As Epístolas de Paulo a Tito e Filemom

VERDADE E PIEDADE DIANTE DO MUNDO Capítulo 3

Bruce Anstey · Texto do EPUB · Seção 7 de 18

VERDADE E PIEDADE DIANTE DO MUNDO
Capítulo 3

Neste último capítulo, Paulo segue adiante para abordar o testemunho do Cristão perante o mundo. Aprendemos com suas observações aqui que a sã doutrina e a vida piedosa não são coisas válidas apenas para nossa vida em assembleia, mas elas devem ser vistas em nós enquanto caminhamos por este mundo. É a intenção de Deus que nossa vida exiba Seu poder de transformar pecadores em santos. As pessoas deste mundo devem ver o que a bondade e o amor de Deus podem fazer por eles. Infelizmente, essa mudança moral que acompanha a salvação de nossa alma estava faltando nos santos de Creta, e isso prejudicou muito o testemunho público deles diante do mundo (Compare Romanos 2:24). Paulo aborda essa questão no capítulo 3, concentrando-se em duas esferas em particular: a responsabilidade do crente em relação às autoridades e a responsabilidade do crente em suas interações sociais com pessoas deste mundo.

A Responsabilidade do Cristão em Relação às Autoridades

V. 1 – Paulo diz: “Adverte-lhes que estejam sujeitos aos governadores e autoridades, que sejam obedientes, e estejam preparados para toda boa obra” (AIBB). Julgamos por essa exortação e pela descrição de seu caráter no capítulo 1:12, que os santos de Creta não foram cuidadosos com isso e foram desrespeitosos e insubordinados às autoridades romanas que estavam sobre eles. Tito deveria tratar esse problema e corrigi-lo imediatamente. O dever do Cristão em relação ao governo (“os poderes que existem” – Rm 13:1) sob o qual ele vive é: orar, pagar e obedecer. Devemos orar pelos governantes no cargo (1 Tm 2:1-2), pagar nossos impostos (Rm 13:6-7) e obedecer a todas as ordenanças legais (1 Pe 2:13). Isso deve ser feito para que nosso testemunho do evangelho não seja prejudicado por má conduta. Aqueles que olham para nós não devem nos ver como rebeldes às autoridades governamentais, mas pessoas cumpridoras da lei, que têm o que o mundo precisa7.

Ao abordar esse assunto, Paulo não diz a Tito que os santos de Creta se envolvam na política do mundo ou se envolvam em causas de reforma social, porque, como Cristãos, não somos chamados para tornar esse mundo um lugar melhor. O Cristão entende que o mundo é incorrigivelmente corrupto e está piorando a cada dia e, portanto, está sob a sentença do julgamento de Deus, que será executada em breve no segundo advento de Cristo. Portanto, gastar nossa energia na tentativa de melhorar as condições aqui seria semelhante a reorganizar as cadeiras que reclinavam no convés do Titanic enquanto ele afundava! Os Cristãos que se envolvem na tentativa de consertar o mundo apenas ficam contaminados e frustrados, e inevitavelmente falham em seu objetivo. Ló é mencionado na Escritura para nos ensinar que o crente não pode consertar o mundo, envolvendo-se em seus assuntos políticos (Gn 19). Tentar reformar o mundo reflete um equívoco básico do chamado do Cristão e o caráter incorrigível da natureza caída no homem. O dever do Cristão em relação aos poderes estabelecidos é que “estejam preparados para toda boa obra”, que deve ser compatível com os governos sob os quais ele vive.

Obviamente, existem limites para nossa obediência às autoridades governamentais sobre nós. Se eles nos mandarem fazer algo moral e eticamente errado, devemos antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). Contudo, o objetivo das autoridades geralmente é restringir o mal e incentivar o bem (Rm 13:2-4).

A Responsabilidade do Cristão em Relação às Pessoas do Mundo

Vs. 2-3 – Paulo então fala da conduta do Cristão em relação a amigos, vizinhos e conhecidos incrédulos no mundo. Ele diz: “que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens” (AIBB). Isso mostra que é importante manter um espírito gracioso para com as pessoas perdidas deste mundo, para que eles possam ver o Cristianismo em ação em nós e, por meio de nosso comportamento piedoso, possamos obter oportunidades de lhes pregar o evangelho. Ser contencioso com nossos semelhantes dificilmente é o caminho para conquistá-los para Cristo. Manifestar um espírito correto para com os incrédulos não deve ser difícil quando lembramos que já fomos como eles antes de sermos salvos. Por isso, Paulo acrescenta: “Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros”. Todo Cristão deve poder dizer sinceramente: “se não fosse a graça de Deus, aquela pessoa pecadora poderia ser eu!”. Uma percepção dessa graça divina que nos foi mostrada deve nos dar paciência para com todos os homens, e um genuíno amor e piedade por eles.

Um Resumo do que o Cristianismo Faz para Aqueles que Creem no Evangelho

Vs. 4-9 – Paulo dá outro belo resumo do que o Cristianismo faz pela pessoa que crê no evangelho. Ele diz: “Mas quando apareceu a benignidade e caridade de Deus, nosso Salvador, para com os homens, não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a Sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, que abundantemente Ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso Salvador; para que, sendo justificados pela Sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna”. Como mencionado, o mundo deve ver no Cristão o que o evangelho pode fazer por uma pessoa. Em suma, quando crido, o evangelho não apenas livra uma pessoa do julgamento de seus pecados, mas também transforma sua vida de ruim para boa e a torna uma pessoa verdadeiramente feliz por ter sido trazida a um relacionamento vivo com Deus.

Paulo começa este resumo com a intervenção da “bondade e amor de Deus” aparecendo “para com os homens”. Isso se refere à vinda de Cristo para afastar o pecado pelo sacrifício de Si mesmo (Hb 9:26). Sem isso, não poderia haver bênção para ninguém, pois a questão do pecado tinha que ser resolvida primeiro. Paulo não entra nisso aqui, nem fala de fé e obediência do crente ao evangelho que são necessárias para a salvação. A razão é que ele está se concentrando nos benefícios positivos da salvação que Deus dá aos que creem.

Ao enfatizar esse lado das coisas, Paulo deixa claro que a salvação que Deus garantiu ao homem não é conquistada por nenhum mérito do crente. Ele diz: “não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a Sua misericórdia, nos salvou”. Assim, a “misericórdia”, “amor” e “graça” de Deus que agiu para nos salvar não é algo que tivemos de trabalhar para conseguir; “é dom de Deus” (Ef 2:4-5, 8). O crente, portanto, não pode ter o crédito por sua salvação; “não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:9; Rm 4:4-5).

Paulo então acrescenta: “pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo”. Isso se refere a um novo estado moral formado pelo Espírito no crente. Isso se manifestará em uma mudança externa em sua vida, e isso será algo que as pessoas verão. W. Scott confirmou isso, afirmando: “A lavagem da regeneração pode ser discernida pelo olho humano, pois é uma mudança externa” (Doctrinal Summaries, pág. 28).

Essa “lavagem” externa da vida de alguém é ilustrada no batismo. O novo convertido deixa seus pertences (cigarros, garrafas de bebidas alcoólicas, revistas mundanas etc.) na beira da água e entra nela. Depois de ser batizado, ele segue seu caminho com os Cristãos que participaram do batismo. Mas alguém o chama e diz: “Ei João, você esqueceu suas coisas”. Ele responde: “Deixe-as lá; elas pertencem ao velho João”. Assim, o efeito prático da lavagem da regeneração é que haverá uma separação moral (e, portanto, uma limpeza) do antigo estilo de vida em que a pessoa outrora vivia. As pessoas do mundo vão observá-lo e dizer: “Ele limpou sua vida; ele está agora no caminho direito e estreito!” A “renovação” do Espírito Santo, “que abundantemente Ele (Deus) derramou sobre nós”, é mencionada aqui porque é o Espírito que energiza a nova vida e nos permite viver uma vida divina de acordo com a vontade de Deus. A renovação do Espírito é uma obra ainda em curso no crente, enquanto o Espírito derramado sobre nós é a recepção permanente do Espírito ao crer no evangelho (Rm 5:5). F. B. Hole disse: “Ele foi ‘derramado’ sobre nós em abundância. Assim concedido, Ele energiza a nova vida que temos agora e trabalha uma renovação diária dentro de nós, que realiza uma salvação contínua e crescente da vida antiga que uma vez vivemos” (Epistles, vol. 2, pág. 190).

Paulo menciona “a lavagem da regeneração” em conexão com ser “salvo”. Isso ocorre porque a mudança moral deve ser parte integrante da salvação de uma pessoa; as duas coisas andam juntas. Deus não pretende que creiamos no evangelho e, assim, sejamos libertados do julgamento eterno de nossos pecados, para então continuarmos praticando os mesmos pecados pelos quais Cristo morreu para deles nos libertar! Toda essa conduta é hipocrisia e levanta uma questão sobre se essa pessoa foi realmente salva. Paulo enfatiza esse lado das coisas para Tito porque ele precisava insistir nisso em seu ministério em Creta, pois faltava muito disso entre os santos de lá.

O único outro lugar na Escritura onde a palavra “regeneração” ocorre é Mateus 19:28. Nessa passagem, refere-se à nova ordem moral externa das coisas que será estabelecida na Terra quando Cristo reinar em Seu reino milenar. Nesse dia vindouro, todos os homens viverão de acordo com os santos padrões de Deus (Sl 101:7-8; Zc 5:1-4). Enquanto esse dia ainda não chega, os Cristãos hoje devem manifestar a lavagem da regeneração em sua vida.

Não obstante, os Cristãos de todas as escolas de ensino teológico entenderam mal a regeneração. Eles acham que, como a palavra “regenerar” significa recomeçar, está se referindo a nascer de novo e, portanto, eles usam os termos de forma intercambiável. No entanto, J. N. Darby disse: “Regeneração não é a mesma palavra que ‘nascer de novo’, nem é usada dessa forma na Escritura” (nota de rodapé da sua tradução em Tito 3:5). F. B. Hole disse: “Devemos notar que a palavra “regeneração” em nosso versículo não é exatamente o equivalente ao novo nascimento” (Epistles, vol. 2, pág. 190). W. Scott disse: “Novo nascimento não é o mesmo que regeneração; o último termo só ocorre duas vezes no Novo Testamento (Tt 3:5; Mt 19:28). O primeiro termo refere-se a um trabalho interior; o último a uma mudança externa” (The Young Christian, vol. 2, pág. 131). W. Scott também disse: “A regeneração é quase universalmente considerada como equivalente ao novo nascimento, mas não é assim na Escritura. A regeneração é uma condição ou estado objetivo, enquanto o novo nascimento é a expressão de um estado interno e subjetivo” (Bible Handbook – Old Testament, pág. 372).

Tanto novo nascimento quanto regeneração se referem a um novo começo na vida de uma pessoa, mas são dois começos diferentes. O novo nascimento, que ocorre primeiro na história de uma pessoa, é um novo começo interior na alma ao receber uma nova vida de Deus. Uma evidência disso será vista em sua busca por Deus. A regeneração é um novo começo externo da vida de um crente, resultante de ele ter sido salvo e ter recebido o Espírito Santo. Novo nascimento e regeneração envolvem um “banho”, que significa lavagem ou limpeza. O banho envolvido no novo nascimento significa uma lavagem interior da alma ao receber uma nova vida limpa de Deus (Jo 13:10 – AIBB; 1 Co 6:11), enquanto o “banho” na regeneração significa um lavagem externa da vida da pessoa em um sentido prático (Tt 3:5 – nota de rodapé da tradução J. N. Darby8).

V. 7 – Paulo passa da obra de Deus em nós para a obra de Deus para nós. Ele diz: “sendo justificados pela Sua graça, sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna2”. Não poderíamos nos tornar herdeiros de Deus meramente pela obra do Espírito em nós; também devemos ser justificados por Sua graça, pela qual somos colocados em nossa plena posição Cristã diante de Deus “em Cristo” – que é o que justificação faz (Gl 2:17). Assim, Deus nos salvou e nos justificou, e, assim, fomos feitos “herdeiros” da herança – a qual abrange toda coisa criada (Rm 8:17; 1 Co 3:22; Gl 4:7; Ef 1:11, 14). E não é só isso, temos a “esperança” (uma certeza adiada) da vida eterna. Temos essa vida agora como uma possessão presente, mas devemos esperar para ser levados para casa no céu para tê-la em nosso estado glorificado, da qual Paulo fala aqui.

V. 8 – Ele conclui com: “Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes [insista vigorosamente – JND], para que os que creem em Deus procurem [sejam cuidadosos em diligentemente – JND] aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens”. Assim, Tito deveria insistir no exercício prático da verdade na vida dos santos em um caráter piedoso, e isso seria visto em suas “boas obras”.

A Responsabilidade do Cristão em Relação aos Mestres Falsos e Cismáticos

Vs. 9-11 – Paulo sabia que afirmar a verdade, como havia ordenado que Tito fizesse, certamente encontraria resistência dos mestres judaizantes que estavam lá em Creta (cap. 1:10). Antecipando isso, ele deu a Tito alguns conselhos simples, mas importantes. Ele diz: “Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são cousas inúteis e vãs”. Os mestres judaizantes amam discutir questões religiosas relacionadas à Lei, mas Tito devia ter o cuidado de não se envolver nessas discussões. Ele deveria evitar tudo o que era de natureza controversa em seu ministério; isso apenas o estragaria.

Paulo supõe que poderia haver alguém que iria ficar tão ocupado com estas questões inúteis que iria se tornar o líder de um partido que se organizaria em torno dessa causa. Essa pessoa manifestaria um espírito divisivo e deveria ser evitada. Paulo alertou os santos romanos sobre isso: “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre: e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos símplices [ingênuos – JND]” (Rm 16:17-18). Nota: não é “noteis os que seguem em divisões”, mas aqueles que “promovem” divisões. Isso significa que devemos distinguir entre os líderes e os liderados quando um espírito de partido surge na assembleia. Se o líder do partido não se julgar, suas agitações levarão a uma divisão externa na assembleia, onde ele e seu partido se afastarão da comunhão dos santos e se reunirão em outros lugares. Ao causar uma separação externa, o homem provará ser um “herege”, que significa “um criador de uma seita”.

Muitos pensam que a heresia é sustentar ou propor má doutrina, provavelmente porque a maioria dos hereges sustentam má doutrina (2 Pe 2:1). Tornou-se convencionalmente aceito como tal na maioria dos círculos religiosos. No entanto, heresia realmente se refere à divisão dos santos. Sendo iludido, um herege acreditará que o que ele está fazendo é certo e bom e para a glória do Senhor – mas é claramente uma obra da carne (Gl 5:20). Uma “dissenção” é uma divisão interna entre os santos – uma partição (“cismas” 1 Co 11:18 – KJV margem). Enquanto uma “heresia” é uma divisão externa de santos que se separam e começam algo novo (“seitas” 1 Co 11:19 – KJV margem). Um cisma, se não é julgado, se tornará uma seita. Paulo diz a Tito: “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o; Sabendo que esse tal está pervertido, e peca, estando já em si mesmo condenado” (vs. 10-11). Paulo não diz para a assembleia colocá-lo fora de comunhão, porque ele, por seu próprio ato de levar seu partido a se separar da assembleia, já está fora. Se Tito se deparasse com uma pessoa que liderou uma separação, ele deveria “adverti-lo” uma e outra vez. Depois disso, ele deveria “evitá-lo”, porque ele está “pervertido”.

Conclusões

Vs. 12-15 – Paulo encerra a epístola com algumas breves diretrizes sobre o trabalho. Ele planejava enviar “Ártemas” ou “Tíquico” para aliviar Tito em Creta, para que Tito pudesse estar livre para encontrá-lo em “Nicópolis” (oeste da Grécia). Parece, a partir de 2 Timóteo 4:12, que Tíquico foi enviado a Éfeso, e não a Creta, o que significa que provavelmente foi Ártemas quem foi a Creta (v. 12).

V. 13 – Aparentemente, “Zenas, doutor da lei, e Apolo”, deveriam visitar a ilha. Paulo incentivou Tito a ajudá-los “com diligência” (KJV) em seu ministério. Zenas era um doutor da lei judeu que havia sido convertido. Ele seria de grande ajuda para Tito, refutando o elemento judaizante que estava incomodando os santos ali. Zenas era perfeitamente adequado para lidar com suas disputas sobre os detalhes da Lei. Pode ser a razão pela qual ele e Apolo foram para lá.

V. 14 – Paulo faz uma última exortação sobre a necessidade de boas obras. Ele diz: “E os nossos aprendam também a aplicar-se às boas obras, nas coisas necessárias, para que não sejam infrutuosos”. Paulo insistiu em “boas obras” muitas vezes nesta epístola; sua importância não pode ser minimizada – especialmente na situação que existia em Creta. Os cretenses, outrora preguiçosos, deveriam ser diligentes em mudar sua imagem pública na ilha realizando boas obras; isso ajudaria a reverter o testemunho negativo que eles tinham lá. Paulo acrescenta: “nas coisas necessárias”. Isso mostra que os Cristãos podem ser encontrados realizando algum trabalho ou serviço na vida secular que não é realmente necessário para a vida na Terra. Como regra, nosso emprego secular deve ser em algo que não seja de um caráter duvidoso e questionável.

V. 15 – Sua saudação final mostra a necessidade de um amor genuíno ser expresso entre os santos – especialmente quando eles enfrentam a fria perseguição do mundo, que está por toda parte. Todos nós precisamos desse tipo de encorajamento.

 

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